paulamariano

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Por favor, obrigado e de-nada

December 3rd, 2009 . by Paula Mariano

Sim meu bem,

Posso fazer tudo o que você quiser, mas…

Não me peça pra sorrir quando chegar a hora de fumar;

Ignore se não penteio os cabelos, ou se não quero tomar sol;

E me desculpe se eu insisto em dormir para poder sonhar…

Me adora

October 4th, 2009 . by Paula Mariano

Pitty é sempre bom!

Pensamentos desconexos

August 11th, 2009 . by Paula Mariano

A vida não se decide em um dia, com uma decisão impensada – agi por impulso, em uma crise de gritos – estava muito nervosa, não se volta de tênis e shorts depois de uma pelada de futebol e se acaba um casamento.

Mas ela se decide sim, em uma semana. Uma semana você aperta o foda-se e esquece tudo que se passou, volta pra casa suado e joga tudo pro alto, em outra semana, regada a muito carinho, você finalmente desengasga um: “Eu te amo, e não é muito, é tudo”. Detalhe, você desengasga uma frase da vida toda. Nunca antes dita.

A vida não é tão superficial quanto pensam, não que as pessoas sejam mais ou menos, não existe diferença entre apagar um blog e apagar alguns posts. Estamos falando de vida, e não do que poderia estar simplesmente em um diário de capa rosa no fundo do armário empoeirado.

“Isso aqui”, este blog, é somente um reflexo borrado do que minha vida é, e pode ser. Idiotas aqueles que pensam que basta apertar “delete” e as coisas se resolvem. E mesmo as pessoas de cabelos brancos, possuem a mesma mentalidade infantilóide: basta pegar o meu carro e ir embora, que vai melhorar.

Como pode-se melhorar um problema mascarando-o? Como se cura uma ferida, sem jogar bastante água, sabão, e se esfregar até estar completamente limpa? Eu só sei que nenhum dos meus machucados, sararam enquanto eu escondia o joelho debaixo da toalha de mesa na hora do jantar…

Analogia simples, meio boba. Sei lah. Mas é isso aí. Falem, conversem, sejam adultos, resolvam seus problemas e não me metam mais nisso. Eu só quero ter paz, ter minha família, aproveitar meu filho, minha irmã, e claro, aproveitar – e muito – a minha vida.

Eu sempre acreditei que um relacionamento iniciado em uma mentira – não necessariamente, mas no contexto – uma traição, não tem futuro. Sempre ficará o peso, a dúvida, a incerteza de que um dia acontecerá denovo, e será comigo.

Li semana passada um texto muito interessante, onde dizia que o amor – de verdade – não enjoa, não cansa, não se enfadonha, não desiste. Afinal de contas, uma mãe, por mais pilantra que o filho seja, jamais deixará de defendê-lo. Jamais deixará de cuidar dele quando ele aparecer em casa “baleado”.

Por que dizemos para o padre, na alegria na tristeza na saúde na doença na riqueza na pobreza, se basta o relacionamento titubear o mínimo, as pessoas hoje em dia simplesmente vão embora? Como pode um amor acabar de um dia para a noite? Como podemos, em nome de um cansaço, de uma tarde de gritos, em nome de um “novo amor”, abandonarmos tudo, até mesmo nossos filhos?

Não, amor não cansa, não sufoca, não definha, não acaba. Amor só cresce. Cada dia, a cada noite – mesmo que seja barulhenta (roncos rs).

Hoje eu consigo enxergar o que o amor é de verdade. Percebo a diferença crucial entre uma paixão que ganha o “vulgo” de amor, e o amor calmo, pleno, descansando, “lar doce lar – em qualquer lugar”, que possui sim a paixão, mas de um forma completamente diferente, quente, sufocante, explosiva, até tudo voltar a paz novamente.

Mas sei lah, meio nada a ver tudo isso que estou escrevendo hoje. Como um cristal facetado. Cada um que ler, vai ter certeza que o post foi extremamente pessoal, mesmo sendo todos, diferentes, histórias diferentes, vidas diferentes.

E assim a vida segue. Sem pressa, tranquila, porque sabemos que amanhã, estaremos aqui ainda.

Stepping Stone

July 31st, 2009 . by Paula Mariano

Stepping Stone – Duffy

I’ll be better way back
Way back when
I said i never wanna see
Your face again
Cause you were loving yes
Your loving somebody else
And i knew oh yes i knew
I couldn’t control myself
And now they bring you back
Into my life again
And so i put on a face
Just like your friends
But i think you know
Oh, yes
You know whats going on
Cause the feelings in me
Oh, yes
In me are
Burning strong

(Chorus)

But I will never be
Your stepping stone
Take it all
Or leave me alone
I will never be
Your stepping stone
I’m standing upright
On my own

You still call me up
From time to time
And it would be
So hard for me
Not to cross the line
The words of love
Lie on my lips
Just like a curse

And i know oh
Yes i know
They’d only make
It worse
And now you
Have the nerve
To play along
Just like
The mistro beats
In your song
You got your kicks you
Get your kicks
From playing me
And the less you give
The more
I want so foolishly

(Chorus)

No i will never be
Your stepping stone
Take it all
Or leave me alone
I will never be
Your stepping stone
I’m standing
Upright on my own

Never be
Your stepping stone
Take it all
Or leave me alone
I will never be
Your stepping stone
I’m standing upright
On my own

Eu ficaria melhor lá trás
Na época quando
Eu disse que nunca mais queria
Te ver de novo
Porque você estava amando, sim
Você estava amando outra pessoa
E eu sabia, oh sim, eu sabia
que eu não conseguiria me controlar.
E agora eles te trazem de volta
pra minha vida de novo
Então eu faço uma cara
Igual a dos seus amigos
Mas eu acho que você sabe
oh sim,
você sabe o que se passa.
Porquê os sentimentos
oh sim,
dentro de mim
queimam forte.

(Chorus)

Mas eu jamais serei
A pedra onde você pisa
Aceite tudo
Ou me deixe em paz.
Eu nunca serei
A pedra onde você pisa
Eu estou de pé ereta
Sozinha.

Você ainda me liga
De tempos em tempos
E seria tão
difícil pra mim
Não passar do limite.
As palavras de amor
Beiram meus lábios
Como uma maldição.

E eu sabia, oh
Sim eu sabia
Que isso só iria
piorar as coisas
E agora você
tem coragem
De entrar no jogo
Assim como
As batidas mistro
Na sua canção
Você se diverte
Se diverte
Brincando comigo
E quanto menos você dá
Mais
Eu quero tão tolamente

(Chorus)

Mas eu jamais serei
A pedra onde você pisa
Aceite tudo
Ou me deixe em paz.
Eu nunca serei
A pedra onde você pisa
Eu estou de pé
ereta sozinha.

Não, eu jamais serei
A pedra onde você pisa
Aceite tudo
Ou me deixe em paz.
Eu nunca serei
A pedra onde você pisa
Eu estou de pé ereta
Sozinha.

Chá de sumiço

July 17th, 2009 . by Paula Mariano

A ultima quinzena não foi nada fácil. Sumi denovo. Desliguei msn, twitter, orkut, flickr, não li rss, nem mesmo a home do uol.

Se não bastassem os meus problemas, minhas incertezas, anseios, me aparece tudo “isso”, logo agora.

Apesar de tudo, tudo faz mais sentido. Meus traumas, meus medos, minha dependência. Tudo ficou mais claro.

Não quero entrar em detalhes, mas acho que pra fazer sentido esse post, preciso dizer o mínimo. Minha mãe está doente.

Estou fisicamente cansada, dolorida, e muito abalada. Passei a última quinzena inteira praticamente correndo de um lado pro outro, de um médico pro outro. De uma cidade pra outra. Falei com tanta gente, tanto parente, que até me esqueci por alguns dias dos meus problemas.

Agora, que a poeira baixou, o cansaço bateu. A tensão vem sendo descarregada como pequenos choques pelo corpo todo, irregulares.

Sou assim, na hora do “pegapracapá”, me vem uma força que me invade pelos pés, tirada do chão, brota do nada. Quando a crista da onda passa, meu corpo se ressente. Minha alma dói.

Talvez seja uma virtude, talvez um defeito, já que acabei descobrindo todos os males que “ser um imã” pode causar em mim, e fiz minha primeira sessão de acupuntura. Eu que sempre mo-rri-a de medo de agulhas, me submeti a trocentas agulhas simultâneas espetadas em mim, para tentar diminuir os danos.

Enfim, é isso. Sei lá se me fiz entender, ou se confundi.

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