Até a depressão aparecer novamente.
Aí veio o pânico, a insegurança, a carência e depois de 8 meses tivemos nossa primeira DR.
Sério, quem curte isso? Eu não curto. Arrisco a dizer que o meu casamento acabou por falta de DR. Junta duas pessoas que não gostam de conversar, deixa tudo no sub-entendido, e quando você percebe, tudo já está acabado. Vai ter DR só pra separação de bens. Enfim…
Daí que o resultado da dita cuja “aparentemente” foi satisfatório, mesmo tendo acabado com cada um dormindo em sua casa – deixemos a hipocrisia de lado ok?
Mas foi aí que o caldo azedou. Infelizmente esse tipo de conversa abre espaço pra uma certa intimidade, que pelo visto não combina com a forma que estava rolando.
Ele passou a me cobrar por ausência no msn, eu faço piadas que ele não entende mais… O que antes nunca teve uma rusga de desentendimento, agora já rolou um stress básico. Mesmo sem termos nos visto depois da fatídica DR.
Se vai ter futuro? Não sei. Mas que está divertido hoje claro que está. Longe de ser uma situação engraçada, mas sim pelo aprendizado que uma situação nova pode trazer.
Não fiz promessas de Ano Novo, pois são difíceis de cumprir, mas acho que o principal de tudo, é encarar a vida de outra forma. Mais leve. Menos dramática. E aprender a lidar com os momentos que antes me derrubam e fazer do tropeção, impulso para um novo salto.